AEROPORTOS
A Infraero é uma empresa pública com mais de 30 anos de tradição e credibilidade no mercado. Vinculada ao Ministério da Defesa, administra 67 aeroportos, 84 unidades de apoio à navegação aérea e 33 terminais de logística de carga. Com sede em Brasília, está presente em todos os Estados da Federação, congregando uma força de trabalho composta de aproximadamente 26.500 profissionais, entre orgânicos e terceirizados.
Nos aeroportos administrados pela Infraero concentram cerca de 97% do movimento do transporte aéreo regular do Brasil, o que equivale a 1,9 milhão de pousos e decolagens de aeronaves nacionais e estrangeiras, transportando aproximadamente 102,2 milhões de passageiros, um crescimento de 6,4% (dados de 2006).
A movimentação de carga aérea bateu recorde nos 33 terminais de logística da empresa. Foram movimentadas, em 2006, 1,2 bilhão de toneladas de cargas de importação, exportação e doméstica. Para melhorar, ainda mais, estes números, a infra-estrutura aeroportuária brasileira, que pode ser equiparada aos padrões internacionais, está sendo modernizada para atender à demanda dos próximos anos.
Ceará:
Aeroporto Internacional Pinto Martins
Fortaleza - CE
Aeroporto de Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte - CE
Rio Grande do Norte:
Aeroporto Internacional Augusto Severo
Natal -
Emáus - Parnamirim – RN
Aeroporto Internacional de Natal
São Gonçalo do Amarantes
- RN
PORTOS
Todos sabem que o Brasil tem um potencial imenso para desenvolver seu setor portuário, com mais de 40 cidades aptas a receber navios de cargas e grandes embarcações. E como o cenário da economia mundial tem nos ajudado, a perspectiva de crescimento para os portos do País é excelente. Saiba, agora, quais são as cidades que apresentam estrutura portuária:
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NO CEARÁ
Fortaleza
Com o intuito de melhorar a produtividade e disputar mercado no setor portuário nordestino, que abrange complexos importantes como Cabedelo, Pecém e Suape, o Porto de Fortaleza investiu quase R$ 25 milhões em melhorias na sua infra-estrutura nos últimos meses.
Entre os principais reforços para o terminal administrado pela Companhia Docas do ceará (CDC) estão a inauguração do Centro Integrado de Atendimento, a recuperação e o reforço estrutural do cais comercial do Porto e o início da operação do superguindaste Mobile Harbour Cranc (MHC), este último adquirido com verba do setor privado. A expectativa é que a movimentação de cargas em Fortaleza cresça cerca de 10%.
Além das novidades, o porto nordestino conta com uma série de obras de reestruturação e modernização ao longo do cais. Projeto que visa integrar o atendimento aos clientes e usuários do Porto, o Centro Integrado de Atendimento (CIA) dispõe de 3,5 mil m² de construção e deve reunir, em um só espaço, departamentos do Ministério da Agricultura e a Secretaria da Agricultura, a Guarda Portuária, a Secretaria da Fazenda, os operadores portuários, a Marinha Mercante, a Receita Federal, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e o Ibama.
Pécem
Em setembro deste ano, a Portos do Brasil anunciou que o terminal ganharia um terceiro píer, com o intuito de viabilizar o funcionamento de uma unidade de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) com capacidade para cerca de 6 milhões de metros cúbicos por dia. O processo ainda está em andamento, mas o porto de Pécem já é um dos melhores do país.
NO RIO GRANDE DO NORTE
Natal
O Porto de Natal trabalha com cargas refrigeradas, frutas e pescados, açúcar, trigo e contêineres. A partir de 1997, com a retirada da pedra da Bicuda, que ficava na entrada do porto, e com a dragagem do Rio Potengi, o calado subiu de 7,5 para os atuais 10 metros, atraindo novos investidores e consolidando rotas diretas do Rio Grande do Norte para países europeus. Hoje, são três berços de atracação e dois em fase final de planejamento.
RODOVIAS
Existem cinco tipos de rodovias no Brasil, são elas:
Rodovias radiais: BR-0xx - (rodovias que partem da capital federal em direção aos extremos do país)
Rodovias longitudinais: BR-1xx - (rodovias que cortam o país na direção Norte-sul)
Rodovias transversais: BR-2xx - (rodovias que cortam o país na direção leste-oeste)
Rodovias diagonais: BR-3xx - (rodovias podem apresentar dois modos de orientação: noroeste-sudeste ou nordeste-sudoeste)
Rodovias de ligação: BR-4xx - (rodovias apresentam-se em qualquer direção)
Todas elas, é claro, apresentam ótimas condições para escoamento de cargas de qualquer parte do país. Seja para trabalho ou para lazer, seu planejamento e pavimentação, permite viagens por todo o território nacional de maneira confortável e segura. Saiba mais sobre as rodovias do Ceará e Rio Grande do Norte.
O Ceará conta com 10.657,9 km de rodovias estaduais, sendo 5.767,6 km pavimentados e 4.890,3 não-pavimentados. A extensão total da malha rodoviária, incluindo rodovias municipais, estaduais e federais, é de 53.325,4, segundo o Departamento de Edificações, Rodovias e Transportes (DERT).
A malha rodoviária do Rio Grande do Norte tem cerca de 1.300 quilômetros. Ao todo, sete rodovias federais cortam o Estado: BR-101 (Sul e Norte); BR-110 (Areia Branca - Mossoró); BR-226 (Natal - Currais Novos); BR-304 (Natal até a divisa com o Ceará); BR-405 (Mossoró até divisa com a Paraíba no Alto Oeste); BR-406 (Natal - Macau) e BR-427 (Currais Novos até a divisa com Paraíba).
Ao longo dessas rodovias, a Polícia Rodoviária Federal dispõe de oito postos de fiscalização, quatro delegacias e a Superintendência regional da PRF no Estado, que coordena todas as ações dos patrulheiros nas estradas federais do Rio Grande do Norte. |